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Itens filtrados por data: Terça, 15 Agosto 2017

Confirmada na última semana pela Confederação Brasileira de Wrestling como uma das representantes brasileiras do próximo Mundial de Wrestling, Lais Nunes promete ser uma das grandes surpresas do torneio. Em Paris, local onde será realizado o mundial dos dias 21 a 26 de agosto, a goiana busca sua primeira medalha no evento no qual se preparou e pagou a viagem do próprio bolso para participar:

"Minha preparação foi muito boa. O trabalho foi muito bem direcionado pelo técnico cubano que trouxe por conta própria para São José dos Campos para me ajudar nesses 3 meses com foco no Mundial. Foquei em melhorar minha performance para chegar bem preparada", declarou Lais que terá ajuda nas taxas de inscrição e hospedagem por parte da CBW.

Lais Nunes é uma das remanescentes da delegação olímpica de wrestling que disputaram os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. No currículo a atleta tem como principais conquistas o ouro da Copa Brasil Internacional que faturou em 2015, e o Pan-Americano conquistado no passado pela categoria até 63kg. Vencendo barreiras como a falta de incentivo, Lais não só luta contra suas adversárias, mas por mais reconhecimento pela modalidade:

"Com certeza a falta de incentivo tem feito com que o Brasil perca muitos talentos em todos os esportes, principalmente nos que tem pouca tradição. Acho que o que tem sido feito, com o apoio das forças armadas aos atletas, e o bolsa atleta, já tem sido um grande incentivo ao esporte."

Atleta de 24 anos, Lais Nunes está escalada para competir em Paris pelo mundial no dia 23 de agosto, próxima quarta-feira. Mais jovem atleta a defender o país na Luta Olímpica em uma edição de Jogos Olímpicos com apenas 23 anos, a lutadora falou sobre o quanto vem trabalhando para alçar voos ainda mais altos na promissora carreira como atleta:

"Acredito que não existe uma fórmula. Existe os passos que todos os dias eu dou, faço o meu melhor com o que tenho, busco possibilidades que consigo. Estou acreditando que esses passos ao longo do caminho, vão me levar onde quero na minha categoria. Hoje a principal meta é entrar no ranking mundial e pegar uma medalha em Paris", finalizou.

A delegação brasileira chefiada pelo treinador cubano Angel Torres Aldama vai viajar nos dias 18 e 19 de agosto. No Mundial, as estrelas do wrestling disputam as eliminatórias às 5h e as finais às 14h (horário de Brasília).

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A recém-coroada campeã peso-pena do UFC Cris Cyborg visitou pela primeira vez o Cristo Redentor, ícone cultural e símbolo do Rio de Janeiro. Durante a visita, realizada na manhã desta quarta-feira, 16 de agosto, a brasileira aproveitou para fazer fotos com o seu cinturão no local. A visita da campeã pelo Brasil ainda passará por São Paulo e Curitiba.

Confira algumas declarações dadas por Cris Cyborg durante passagem pelo Rio:

Visita ao Cristo Redentor: “É emocionante estar aqui. Em todas as minhas lutas eu abro os braços e fico de joelhos agradecendo, mas nada como estar aqui e poder agradecer a conquista do cinturão. É tudo muito especial”.

Luta pelo cinturão peso-pena: “Quando eu lutei com a Tonya Evinger, eu estava bem tranquila. Eu pensei: ‘eu quero ganhar a luta, mas ganhar a luta num golpe limpo’. Não dar 100 socos, acertar 30 e acabou, mas dar 30 socos e acertar todos eles. Se já era difícil lutar comigo antes, agora ficou pior para as minhas adversárias, porque agora eu estou paciente, sei os lugares e momentos certos... Acho que mostrei um pouquinho mais do meu jogo para os meus fãs. Logicamente, eu queria acabar a luta o mais breve possível, mas ela é uma menina dura, que aguenta socos”.

Holly Holm: “Eu não tenho nada contra a Holly, eu sou até amiga da Holly, nós fizemos um filme juntas. Acho que ela é uma grande adversária e que poderíamos fazer uma grande luta. Vai ser uma luta que a galera vai querer ver. É algo que eu gostaria, mas eu nunca escolho adversária. Quem eles quiserem colocar para lutar a próxima luta, eu vou estar preparada”.

Ronda Rousey: Na verdade, se eu fosse lutar com a Ronda, eu gostaria que ela viesse de vitória. Quero lutar com a Ronda que achava que era invencível e não agora que já ganharam dela. Eu gostaria que ela fizesse umas lutas, ganhasse e ficasse forte novamente, na mente dela. Ela não precisa [voltar a lutar]. Se ela gostasse de lutar, ela não teria parado por causa de uma derrota. Quem é lutador sabe que a derrota um dia vem. A minha primeira luta eu perdi, mas falei: ‘é isso que eu gosto, é isso que eu vou fazer’. Se você gosta de lutar e é isso que você gosta de fazer, a derrota não vai te parar. Ela vai te dar mais motivação para você querer vencer”.

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